Este é um blogue só de Poemas e textos. Se gostas de literatura não podes perder!
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Os gráficos: Na minha opinião a melhor coisa num jogo deste tipo são os gráficos. E os criadores não desiludiram fazendo um trabalho espectacular. Cada detalhe, a cota de malha, o brilho da espada, inclusive uma coisa insignificante como o pó ficou tudo inacreditavelmente realista. O jogo até que nem puxa muito do pc mas se não estiver a correr bem basta por os gráficos mais fraquitos. Mas já tendo experimentado com os gráficos no mínimo continuam a convidar-nos para ir assistir a uma batalha de verdade e a fazer um jogo estrondoso. Mas se têm uma grande máquina então podem por uma opção nos gráficos que é a escala das unidades. No mínimo dessa opção, as unidades de infantaria normais têm 30 homens por batalhão. No máximo dessa escala têm 160. Fazendo as contas se tiverem um exercito com 10 unidades de infantaria normais têm 1600 homens. Uma coisa que nem todos os PCs aguentam.
O mapa de campanha e de batalha: Voltando aqui para aprofundar o assunto. O mapa de campanha é um mapa 3D, já referido acima, onde se vê as cidades. As cidades são bastantes e há duas opções para as cidades: Ser um castelo ou uma cidade. Um castelo trabalha na vertente militar, podendo ter edifícios como a cavalariça e poder treinar arqueiros no edifício próprio. Os quartéis são comuns tanto à cidade como o castelo. Depois as cidades que geram mais dinheiro por ter edifícios próprios à geração do mesmo. Há, tanto em castelos como em cidades a ordem pública. Um membro da família real poderá aumenta-la mas e contra-partida não poderá ir para a guerra pois fica a governar. Um novo melhoramento/pioramento (dependa de opinião) é a religião: Imaginando que jogas com os portugueses, a maneira mais realista e fácil será avançares para sul onde os Mouros residem, se por exemplo conquistares Granada terás que levar ou criar lá padres, e criar igrejas para eles ficarem contentes senão à mínima revoltam-se e ficam a pertencer aos rebeldes. Também vês os teus exércitos representados por um homem que é o General. Normalmente é um membro da família real, mas se não houver é um capitão, que nem dá o bónus de um general. Depois de uma batalha particularmente difícil há uma pequena possibilidade de se tornarem membros da família. Outra coisa que é muito realista é depois das batalhas se capturares prisioneiros podes libertá-los, pedir resgate ou executá-los. No mapa de batalha é aí que tudo ganha vida.
Com tantas escolhas de estratégia, unidades é uma coisa que vai ser muito difícil de descrever. É nestes casos que uma imagem vale por mil palavras. Estratégias como usar cavalaria como isco para emboscadas enquanto as tuas forças se escondem nas árvores, habilidades como flechas de fogo, gritos de guerra que aumentam o ataque cargas gloriosas de cavalaria quem sabe em Jerusalém, ou Acre! Ponham cerco a cidades, construam máquinas de cerco como escadas, torres, aríetes, assaltem as muralhas, construam catapultas, trabuquetes. Joguem com os lendários arqueiros ingleses, com os Conquistadores espanhóis, os Mosqueteiros Ibéricos e muito mais!
Podem jogar até 1530, e o realismo também é agora: a descoberta das Américas, da pólvora podendo-se jogar com espingardas, canhões. Invenções como o papel e o moinho de vento estão também presentes neste jogo. Confesso que nunca vi o final do jogo apenas sei que depois do grande objectivo (as 50 cidades e aquelas especificas) pode-se jogar com todas as que se podem desbloquear.
Nas batalhas históricas não se tem a oportunidade de lutar a batalha de Aljubarrota mas mesmo assim é só para os prós.
Nas batalhas personalizadas o nome diz tudo pões as unidades que queres e jogas!
Se és daqueles gajos que adora evolução tens paciência para planear cada movimento, gostas de jogos que não demorem apenas 3 horas a passar e gostas de batalhas gigantescas aqui tens o teu jogo!
Boas Conquistas!
Bem, tenho jogado, e muito, especialmente Left 4 Dead (viciei-me, 40 euros bem gastos, a prepósito) e Counter-strike 1.6 (bahh, este estou sempre a jogar :D). Parece que afinal o Medieval nunca mais aparece. Pedi a um rapazito do fórum travian para fazer uma review. Falando em review’s, brevemente, teremos aqui a review do Call of Duty 5 World at War, pelo Bapc, do fórum travian também.
Mais uma coisa, para todos os amantes de Left 4 Dead, a actualização de 21 de Abril é um must! Survivor Mode, que consiste em aguentar o maior tempo possível (farei uma reviewzeca a falar neste modo de jogo). O jogo passará a ser mais difícil. Deixaram de haver locais onde os sobreviventes conseguem controlar a Horda. O máximo de tempo que os criadores deste modo de jogo aguentaram foi 9 minutos. Para além disso, haverá medalhas, ainda não sei bem o rank, mas para mais informações vão ao fórum de Left 4 dead não oficial brazileiro aqui. Para além disso, a steam vai disponiblizar o SDK, um criador de campanhas. Vou tentar arranjar. Ainda só fiz um mapa, foi para o Counter-strike, mas estava tão mau que nem sequer alguém joga…
Esta foi uma passagem de médico só para dizer para continuarem a aceder ao dsP diariamente, porque isto ainda não morreu. E obrigado pela 900ª visita! Só demonstra que o dsP está em alta! E votem no jogo do mês….
Bons Jogos!
A DreamCast veio a seguir. Foi a única consola sem ser portátil que eu realmente tive. Recebi-a por ter tido boas notas no 1º ano (para grandes protestos da minha mãe) e jogava um jogo do Sonic que já não me lembro do nome. Hoje, ao jogar numa novíssima Playstation 3, nota-se a grande diferença nos gráficos e tudo o que uma consola de 3ª geração pode dar. Mas o essencial está lá. A magia perdura, dar voltas em círculos estonteantes e esmurrar vilões no meio de São Francisco.
Depois saiu o Game Boy Advance SP. Ainda hoje tenho um colega na turma que joga Pokemon Fire Red, nem que seja na DS. Adorava pokemon’s. E só tinha esse jogo, já o tinha passado umas 5 ou 6 vezes. Hoje já estou curado, mas estes jogos ainda são muito jogados um pouco por todo o mundo.
A Playstation 2 veio revolucionar tudo! Não a tenho, mas era o sonho de qualquer miúdo! É um pouco o que se sente com a Playstation 3, mas muito mais forte. Jogos em casa de colegas, onde se juntavam autênticos estádios a assistirem a um Benfica – Sporting no FIFA ou a um Baek Doo San - Marshall Law no Tekken.
Depois vieram os jogos de computador, ou melhor, o jogo de computador. Quem não se lembra do grande Counter-Strike 1.6. Ainda hoje dou um pezinho on-line, mas nada de mais. Quem não se lembra de ver algumas carteiras vazias, porque alguém ficou em casa, “supostamente doente”. É esse o espírito do CS 1.6. Melhorar sempre.
Com as consolas de terceira geração é outra coisa. Vivendo num "buraco" no qual ninguém a tem, sinto-me um bocado desgostoso de dizer que joguei a Playstation 3 uma ou duas vezes, a Xbox 360 ainda só joguei em centros comerciais e a Wii nunca joguei... Ando a poupar, mas 300 euros não se "fazem" dum dia para outro. Ainda por cima depois temos os jogos, que são mais 60 ou 70 euros. Talvez seja outro bom tópico para mais um post, quem sabe, um dia...
Agora, vieram os novos jogos. Gráficos como Crysis, jogos como Left 4 Dead e realidade como PES vieram revolucionar o quotidiano de muitos milhões de jogadores. E o vosso? Não foi mudado?